A evolução tecnológica das persianas

A evolução tecnológica das persianas

 

 

 

Por muito tempo as persianas serviram a duas funções básicas: bloquear a incidência solar e trazer privacidade aos ambientes. Nos últimos anos, no entanto, os modelos evoluíram tanto no que se refere aos materiais de fabricação das lâminas – antes restritos ao PVC e alumínio – quanto às cores, design e mecanismos de acionamento.

 

“As peças passaram a se adequar às diferentes exigências de projeto, tornando-se extremamente eficazes na proteção contra os raios UV, além de receberem sistema de motorização que facilita o manuseio”, ressalta João Casagrande Neto, proprietário da Uniflex, em Sorocaba, interior de São Paulo.

 

Se comparadas aos modelos tradicionais, as vantagens tecnológicas da nova geração vão além. As soluções de automação, por exemplo, permitem que as persianas se integrem aos sistemas de iluminação e ar-condicionado, o que pode gerar significativa economia energética. Isso acontece porque os sensores de presença e luminosidade fazem com que elas baixem, a iluminação seja reduzida e a vazão do ar condicionado diminua quando não existirem pessoas no local.

 

Além das opções com tais características, existem também as peças com grandes dimensões – ideais para fachadas envidraçadas. “Há alguns anos elas não eram comuns, mas tornaram-se propícias a locais onde as varandas gourmet e o living encontram-se integrados, uma vez que permitem diferentes graduações de luminosidade conforme a face do sol”, explica a arquiteta Marcia Leitão. De acordo com a profissional, a solução é interessante, principalmente quando aliada a cores escuras. “Além do conforto térmico e visual, do ponto de vista estético, confere também uma sensação de profundidade à superfície”. 

 

Ainda em relação à estética, Marcia comenta que nos projetos residenciais, sempre que possível, sugere a composição de persiana de madeira com cortina convencional. “Unir o design minimalista com um mais elaborado, em tecido, por exemplo, proporciona aconchego e elegância ao ambiente. Já num SPA ou espaço corporativo somente a persiana é o suficiente, até porque se adequa mais a esse tipo de linguagem”. 

  

 

 

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